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quinta-feira, 4 de junho de 2015

03 JUN

LEITURA ORANTE

ORAÇÃO INICIAL

Bendito sejas, Deus da vida, por este novo dia. Na escuta da Palavra, reconheceremos que nosso Deus é o Deus dos vivos e que a ressurreição é o fundamento da nossa fé. No início da nossa Leitura orante pedimos: Vem, Espírito Santo! Faze-nos amar as Escrituras, para reconhecermos a voz viva de Jesus. Torna-nos humildes e simples, a fim de compreendermos os mistérios do Reino de Deus. Amém. 

1- LEITURA (VERDADE)

O que diz o texto em si? Leia o texto atentamente. Qual é o contexto da narrativa? Quais personagens estão presentes? Qual é a comunicação de Jesus aos seus discípulos e a nós? Quais palavras mais chamaram a sua atenção durante a leitura? Quais expressões se repetem?
"O evangelho de Marcos faz menção aos saduceus unicamente nesta passagem. Eles pertenciam à classe rica de latifundiários e não acreditavam na ressurreição. Eles querem confundir Jesus a partir da lei do levirato, cujo objetivo era conservar a posse das propriedades dentro da família patriarcal. No casamento a mulher, sem direito algum, era puro instrumento desta posse. Diante do caso anedótico da mulher que casou com sete irmãos, Jesus critica a incompreensão e erro dos saduceus e destaca que Deus é Deus dos vivos. Citando os antepassados, Abraão, Isaac e Jacó, Jesus realça que eles estão vivos, isto é, já participam da vida eterna, para a qual Deus a todos criou. O que permanece para toda a eternidade não são os interesses econômicos com seu apego aos bens materiais, mas os atos de amor que constroem a vida". (Reflexão de José Raimundo Oliva, em A Bíblia dia a dia, Paulinas)

2- MEDITAÇÃO (CAMINHO)

O que o texto diz para mim? Em que o texto fortalece a minha caminhada de fé? Creio que o Pai ressuscitou Jesus? Por que Jesus critica a falta de compreensão das Escrituras? 

 

3- ORAÇÃO (VIDA)

Agradeça por tudo o que a Palavra permitiu compreender e experienciar do mistério de Cristo. Apresente ainda ao Senhor a oração que brotou em seu coração durante a Leitura orante.
Conclua com a oração ao Espírito Santo, do Papa Paulo VI: Ó Espírito Santo! Dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora; fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da Santa Igreja! Um coração grande, desejoso de se tornar semelhante ao Coração do Senhor Jesus. Um coração grande e forte, para amar a todos, para servir a todos, para sofrer por todos. Um coração grande e forte, para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda ofensa, toda desilusão. Um coração grande e forte e constante até o sacrifício, quando for necessário. Um coração, cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo, e cumprir humilde e fielmente a vontade do Pai. Amém.  

4- CONTEMPLAÇÃO (VIDA E MISSÃO)

Como vou viver concretamente durante o dia os apelos que o Senhor me revelou?

BÊNÇÃO

- Que Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Que Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Que volte para nós o seu olhar e nos dê a paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.


...............
Créditos: 
Referências bíblicas: Bíblia Sagrada, tradução da CNBB, 2ª ed., 2002 e também para a numeração dos Salmos.
Comentário: Pe. Carlos Alberto Contieri, sj, publicado em A Bíblia dia a dia 2015, Paulinas.
Leitura orante: Equipe de redação Paulinas Internet. 



Conteúdo publicado em Comece o Dia Feliz.http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=03%2F06%2F2015#ixzz3c99qb3Rn 
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte. 

02 JUN 15

LEITURA ORANTE

ORAÇÃO INICIAL

Na liturgia de hoje Jesus nos convida a distinguir as coisas de Deus e as coisas dos homens, a "dar a Deus o que é de Deus e dar a César o que é de César". Peçamos a graça de acolhermos a Palavra de Deus neste dia e deixarmo-nos conduzir pelo Senhor de nossas vida. Rezemos: Senhor Jesus Cristo, envia sobre nós, como prometeste, teu Espírito Santo. Que ele nos conceda a vida e nos ensine a plenitude da verdade. Que nele encontremos a salvação, felicidade e plenitude de amor. Amém.

1- LEITURA (VERDADE)

O que diz o texto? Em que contexto Jesus se encontra? Qual é o ensinamento de Jesus quando afirma: "Devolvei a César o que é de César e a Deus o que é de Deus"? Quais coisas pertencem a Deus e quais pertencem a César?
"Por cerca de três anos Jesus exerceu seu ministério na Galileia e nas regiões gentílicas vizinhas. Agora, em Jerusalém dá-se o confronto fatal com o sistema religioso do Templo. O imposto de César era exigido dos judeus, sob o domínio romano. Alguns fariseus e herodianos, procurando provocar em Jesus alguma palavra que o condenasse, perguntam-lhe se deviam ou não pagar este imposto. Se dissesse que não, incorreria na condenação dos romanos. Se dissesse que sim, ficaria desacreditado perante o povo. Diante da moeda cunhada com a cabeça de César, que se intitulava 'Filho Augusto e Divino', Jesus devolve a pergunta: 'De quem é esta figura e a inscrição?'. E, depois da resposta, conclui: 'Devolvei a César o que é de César e a Deus o que é de Deus'. César é diferente de Deus. César é a ambição do dinheiro e do poder. Deus é misericórdia, amor e vida. Libertar-se do dinheiro e comprometer-se com Deus, é o projeto de Jesus". (Reflexão de José Raimundo Oliva, em A Bíblia dia a dia, Paulinas)

2- MEDITAÇÃO (CAMINHO)

O que o texto diz para mim, hoje? O que para mim, para minha vida significa "dar a Deus o que é de Deus e dar a César o que é de César"? Sei distinguir as coisas de Deus e as coisas do mundo? 
O agir de Deus é diferente da lógica de César. Nosso Deus é amor, gratuidade, bondade... Ele nos deu a vida, nos criou a sua imagem e semelhança, nos enviou seu Filho... Podemos de alguma forma devolver tudo o que ele merece? Podemos de alguma forma pagar por tudo o que dele recebemos todos os dias? Agradeçamos a Deus por tamanho amor por suas criaturas. 

3- ORAÇÃO (VIDA)

Cântico das Criaturas (São Francisco de Assis)

Altíssimo, onipotente e bom Senhor,
A ti o louvor, a glória, a honra e toda bênção!
Só a ti, Altíssimo, são devidos, 
E homem algum é digno de pronunciar teu nome.

Louvado sejas, Senhor, por todas as criaturas,
Especialmente o senhor irmão Sol,
Que é belo, radioso, e seu grande esplendor
De ti, Altíssimo, é para nós a imagem.

Louvado sejas, Senhor, pela nossa irmã Água,
Que é muito útil e humilde, preciosa e casta!
Louvado sejas, Senhor, pelo irmão Fogo.
Pelo qual iluminas a noite;
ele é belo e alegre, vigoroso e forte.

Louvado sejas, Senhor, por nossa mãe terra,
Que nos nutre e sustenta;
Que produz frutos diversos, coloridas flores e árvores.

Louvado sejas, senhor, por nossa irmã, a Morte corporal,
Da qual homem algum pode escapar!
Ai daqueles, somente, que morrem em pecado mortal!
Felizes os que cumprem a tua santa vontade,
Porque a segunda morte nada poderá contra eles.

Louvai e bendizei ao Senhor, e dai-lhe graças,
E servi-o com toda a humildade!

Do livro: Orar com São Francisco de Assis, Rene Berthier, Editora Loyola

4- CONTEMPLAÇÃO (VIDA E MISSÃO)

Recolha em poucas palavras o apelo que você sentiu para colocar em prática durante o dia. O que me proponho a viver?

BÊNÇÃO

- Que Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Que Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Que volte para nós o seu olhar e nos dê a paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.


...............
Créditos: 
Referências bíblicas: Bíblia Sagrada, tradução da CNBB, 2ª ed., 2002 e também para a numeração dos Salmos.
Comentário: Pe. Carlos Alberto Contieri, sj, publicado em A Bíblia dia a dia 2015, Paulinas.
Leitura orante: Equipe de redação Paulinas Internet.



Conteúdo publicado em Comece o Dia Feliz.http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=02%2F06%2F2015#ixzz3c99bEuKh 
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte. 

terça-feira, 2 de junho de 2015

LEITURA ORANTE - 1º JUN

LEITURA ORANTE

ORAÇÃO INICIAL

No início de uma nova semana, peçamos que a Palavra de Deus esteja em nossa mente, em nosso coração e em nossas ações. 
Divino Espírito Santo, necessitamos muito de vossa ajuda para conhecer o caminho que devemos seguir. Temos necessidade de vós, para que o nosso coração, inundado pela vossa consolação, se abra e que, muito além das palavras e dos conceitos, possamos perceber a vossa presença. Iluminai a nossa mente, movei o nosso coração, para que esta meditação produza em nós frutos de vida. Amém. 

1- LEITURA (VERDADE)

O que diz o texto? Qual é o contexto da parábola? A quem a parábola é dirigida? Quem simboliza a vinha? Quem são os lavradores? Quem é o filho amado? Qual é o ensinamento de Jesus?
"Jesus fala aos sacerdotes, aos escribas e anciãos. O contexto em que se insere a parábola, no evangelho de Marcos, é o do conflito final, no Templo de Jerusalém, entre Jesus e as elites religiosas. A referência ao 'filho amado' é uma alusão direta a Jesus, possivelmente indicando uma redação tardia das comunidades sob a tradição da ressurreição. A vinha, na tradição profética, simboliza o povo de Israel. Os líderes religiosos se apropriaram do povo, explorando-o e oprimindo-o. Inclusive mataram os profetas enviados por Deus. Agora, também procuram eliminar Jesus, o próprio Filho de Deus". (Reflexão de José Raimundo Oliva, em A Bíblia dia a dia, Paulinas)

2- MEDITAÇÃO (CAMINHO)

O que diz o texto para mim? Como entendo a libertação que o Senhor nos traz? De que forma Jesus realiza a libertação do povo? O que Jesus pede a mim hoje? Quais sentimentos a Palavra provocou em mim? 
O texto nos faz refletir sobre os líderes que exploram o povo e procuram eliminar quem quer libertá-lo. Explorado, o povo não produz frutos para o Reino, conforme o projeto de Deus. Jesus é o Filho Amado, enviado pelo Pai para libertar seu povo e realizar o projeto salvífico de Deus iniciado no Antigo Testamento. Seguindo os passos de Jesus, muitas pessoas hoje se colocam na luta em defesa da causa do povo oprimido e escravizado.
 

3- ORAÇÃO (VIDA)

O Senhor é nossa força, consolo e abrigo. A ele entregamos a nossa vida e esta nova semana. A ele confiamos as pessoas que amamos e todas aquelas com as quais partilharemos a vida neste dia. 
Jesus, divino Mestre, nós vos adoramos, Filho muito amado do Pai, caminho único para chegarmos a ele. Nós vos louvamos e agradecemos, porque sois o exemplo que devemos seguir. Com simplicidade queremos aprender de vós o modo de ver, julgar e agir. Queremos ser atraídos por vós, para que, caminhando nas vossas pegadas, possamos viver dia a dia a liberdade dos filhos de Deus, renunciando a nós mesmos, para buscar em tudo, a vontade do Pai. Aumentai nossa esperança, impulsionando plenamente o nosso ser e o nosso agir. Ajudai-nos a retratar em nossa vida a vossa imagem, para que assim vos possamos possuir eternamente no céu. Amém 

4- CONTEMPLAÇÃO (VIDA E MISSÃO)

Com a Palavra de Deus na mente e no coração, qual atitude me proponho viver no dia de hoje? 

BÊNÇÃO

- Que Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Que Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Que volte para nós o seu olhar e nos dê a paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.


...............
Créditos: 
Referências bíblicas: Bíblia Sagrada, tradução da CNBB, 2ª ed., 2002 e também para a numeração dos Salmos.
Comentário: Pe. Carlos Alberto Contieri, sj, publicado em A Bíblia dia a dia 2015, Paulinas.
Leitura orante: Equipe de redação Paulinas Internet. 



Conteúdo publicado em Comece o Dia Feliz.http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=01%2F06%2F2015#ixzz3bwiHkkfY 
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte. 

LEITURA ORANTE

LEITURA ORANTE

ORAÇÃO INICIAL

Na liturgia de hoje Jesus nos convida a distinguir as coisas de Deus e as coisas dos homens, a "dar a Deus o que é de Deus e dar a César o que é de César". Peçamos a graça de acolhermos a Palavra de Deus neste dia e deixarmo-nos conduzir pelo Senhor de nossas vida. Rezemos: Senhor Jesus Cristo, envia sobre nós, como prometeste, teu Espírito Santo. Que ele nos conceda a vida e nos ensine a plenitude da verdade. Que nele encontremos a salvação, felicidade e plenitude de amor. Amém.

1- LEITURA (VERDADE)

O que diz o texto? Em que contexto Jesus se encontra? Qual é o ensinamento de Jesus quando afirma: "Devolvei a César o que é de César e a Deus o que é de Deus"? Quais coisas pertencem a Deus e quais pertencem a César?
"Por cerca de três anos Jesus exerceu seu ministério na Galileia e nas regiões gentílicas vizinhas. Agora, em Jerusalém dá-se o confronto fatal com o sistema religioso do Templo. O imposto de César era exigido dos judeus, sob o domínio romano. Alguns fariseus e herodianos, procurando provocar em Jesus alguma palavra que o condenasse, perguntam-lhe se deviam ou não pagar este imposto. Se dissesse que não, incorreria na condenação dos romanos. Se dissesse que sim, ficaria desacreditado perante o povo. Diante da moeda cunhada com a cabeça de César, que se intitulava 'Filho Augusto e Divino', Jesus devolve a pergunta: 'De quem é esta figura e a inscrição?'. E, depois da resposta, conclui: 'Devolvei a César o que é de César e a Deus o que é de Deus'. César é diferente de Deus. César é a ambição do dinheiro e do poder. Deus é misericórdia, amor e vida. Libertar-se do dinheiro e comprometer-se com Deus, é o projeto de Jesus". (Reflexão de José Raimundo Oliva, em A Bíblia dia a dia, Paulinas)

2- MEDITAÇÃO (CAMINHO)

O que o texto diz para mim, hoje? O que para mim, para minha vida significa "dar a Deus o que é de Deus e dar a César o que é de César"? Sei distinguir as coisas de Deus e as coisas do mundo? 
O agir de Deus é diferente da lógica de César. Nosso Deus é amor, gratuidade, bondade... Ele nos deu a vida, nos criou a sua imagem e semelhança, nos enviou seu Filho... Podemos de alguma forma devolver tudo o que ele merece? Podemos de alguma forma pagar por tudo o que dele recebemos todos os dias? Agradeçamos a Deus por tamanho amor por suas criaturas. 

3- ORAÇÃO (VIDA)

Cântico das Criaturas (São Francisco de Assis)

Altíssimo, onipotente e bom Senhor,
A ti o louvor, a glória, a honra e toda bênção!
Só a ti, Altíssimo, são devidos, 
E homem algum é digno de pronunciar teu nome.

Louvado sejas, Senhor, por todas as criaturas,
Especialmente o senhor irmão Sol,
Que é belo, radioso, e seu grande esplendor
De ti, Altíssimo, é para nós a imagem.

Louvado sejas, Senhor, pela nossa irmã Água,
Que é muito útil e humilde, preciosa e casta!
Louvado sejas, Senhor, pelo irmão Fogo.
Pelo qual iluminas a noite;
ele é belo e alegre, vigoroso e forte.

Louvado sejas, Senhor, por nossa mãe terra,
Que nos nutre e sustenta;
Que produz frutos diversos, coloridas flores e árvores.

Louvado sejas, senhor, por nossa irmã, a Morte corporal,
Da qual homem algum pode escapar!
Ai daqueles, somente, que morrem em pecado mortal!
Felizes os que cumprem a tua santa vontade,
Porque a segunda morte nada poderá contra eles.

Louvai e bendizei ao Senhor, e dai-lhe graças,
E servi-o com toda a humildade!

Do livro: Orar com São Francisco de Assis, Rene Berthier, Editora Loyola

4- CONTEMPLAÇÃO (VIDA E MISSÃO)

Recolha em poucas palavras o apelo que você sentiu para colocar em prática durante o dia. O que me proponho a viver?

BÊNÇÃO

- Que Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Que Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Que volte para nós o seu olhar e nos dê a paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.


...............
Créditos: 
Referências bíblicas: Bíblia Sagrada, tradução da CNBB, 2ª ed., 2002 e também para a numeração dos Salmos.
Comentário: Pe. Carlos Alberto Contieri, sj, publicado em A Bíblia dia a dia 2015, Paulinas.
Leitura orante: Equipe de redação Paulinas Internet.



Conteúdo publicado em Comece o Dia Feliz.http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho#ixzz3bwhz9Mje 
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Nossa Senhora da Visitação

31/05/15 Nossa Senhora da Visitação

Maio é o mês dedicado à particular devoção de Nossa Senhora. A Igreja o encerra com a Festa da Visitação da Virgem Maria à santa prima Isabel, que simboliza o cumprimento dos tempos. Antes ocorria em 02 de julho, data do regresso de Maria, uma semana depois do nascimento e do rito da imposição do nome de São João Batista.


A referência mais antiga da invocação de Nossa Senhora da Visitação pertence a Ordem franciscana, que assim a festejavam desde 1263, na Itália. Em 1441, o Papa Urbano VI instituiu esta festa, pois a Igreja do Ocidente necessitava da intercessão de Maria, para recuperar a paz e união do clero dividido pelo grande cisma.

A Bíblia narra que Maria viajou para a casa da família de Zacarias logo após a anunciação do Anjo, que lhe dissera "vossa prima Isabel, também conceberá um filho em sua idade avançada. E este é agora o sexto mês dela, que foi dita estéril; nada é impossível para Deus". (Lc 1, 26, 37). Já concebida pelo Espírito Santo, a puríssima Virgem foi levar sua ajuda e apoio à parenta genitora do precursor do Messias Salvador.

O encontro das duas Mães é a verdadeira explosão de salvação, de alegria e de louvor ao Criador. Dele resultou a oração da Ave Maria e o cântico do "Magnificat", rezados e entoados por toda a cristandade aos longos destes mais de dois milênios.

Desde 1412, Nossa Senhora da Visitação é festejada especialmente pelos italianos da Sicília, como a Padroeira da cidade da Enna. Mas nem todo o mundo cristão celebrava esta veneração, por isto foi confirmada no sínodo de Basiléia em 1441. 

Os portugueses sempre a celebraram com muita pompa, porque rei D. Manuel I, o Venturoso, que governou entre 1495 e 1521, escolheu Nossa Senhora da Visitação a Padroeira da Casa de Misericórdia de Lisboa, e de todas as outras do reino. 

Foi assim que este culto chegou ao Brasil Colônia, primeiro na Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, depois se disseminou por todo território brasileiro. Antigamente os fieis faziam uma enorme procissão até os Hospitais da Misericórdia para levar conforto aos enfermos e suas doações às instituições. Hoje, as paróquias enviam as doações recolhidas com antecedência, para as Pastorais dos enfermos, que atuam com os voluntários junto às Casas de Saúde mais deficitárias. Tudo para perpetuar a verdadeira caridade cristã, iniciada pela Mãe de Deus ao visitar a santa prima levando sua amizade e ajuda quando mais precisava. 

Em 1978, a Madre Maria Vincenza Minet foi chamada pelo Senhor para fundar uma congregação de religiosa sob o carisma de Nossa Senhora da Visitação. Com o apoio do Bispo de Assis, nesta cidade da Itália nasceu as Servas da Visitação em 1978, para abrirem missões a fim de atender as necessidades dos mais pobres e marginalizados em todos os continentes. Hoje, além da Itália, atuam na Polônia, Filipinas, África e Brasil.

Conteúdo publicado em Comece o Dia Feliz. http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=maria&id=73#ixzz3bwhNFU9M 
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Nossa Senhora de Caravaggio

26/05/15 Nossa Senhora de Caravaggio

A história de Nossa Senhora de Caravaggio surge em 1432 na cidadezinha de Caravaggio, no norte da Itália próximo de Milão e Veneza. Num momento da história de muita luta, divisões políticas e religiosas, ódio, heresias, traições e crimes.


Um texto antigo diz: "A terra de caravaggio é, desde pouquíssimo tempo, verdadeiramente, feliz, por ter-lhe aí aparecido a Santíssima Virgem Maria, em 1432, enquanto declinava então o dia sexto das calendas de junho; mas Joaneta é, por disposição divina, mais feliz do que qualquer pessoa de ambos os sexos, porque mereceu ver a augusta Mãe do Senhor".

Na primavera de 1432, a camponesa italiana Joaneta Varoli, filha de Pedro dei Vacchi, vivia numa casa humilde da vila. Temos poucas referências históricas de sua vida. Ela percorreu as ruas de Cravaggio dirigindo-se ao campo de Mazzolengo. Sua meta era conseguir pasto suficiente para alimentar a criação de animais que ela e o marido tinham em sua propriedade. 

Para conhecer melhor Joaneta, é imprescindível deter-se em seu matrimônio com Francisco Varoli. Foi uma experiência dramática e violenta, que a tradição não cansa de repetir. Certamente o fato de sofrer maus-tratos pelo seu esposo é uma das mais fortes características citadas sobre a vidente do prado de Mazzolengo.

Naquela tarde, Joaneta Varoli saiu de casa para colher ervas. A cerca de 1.800 metros da vila de Caravaggio, havia um terreno pantanoso. Ela pôs-se a ceifar as ervas para os animais. Quando decidiu retornar para casa percebeu que não tinha forças para carregar todo aquele fardo. Tomada pela aflição, Joaneta caiu no pranto e angustiada, começou a pedir ajudar do céu, pedindo socorro a Maria, Mãe de Jesus.

Entre a dor e a súplica, a camponesa vê uma bela e alta senhora. Observou a beleza do rosto e o esplendor das vestes. O rosto majestoso, alegre e sereno. A beleza da senhora maravilhou Joaneta. Diante da perplexidade, Joaneta exclama: "Ó Madonna Santíssima!" E a senhora respondeu: "Sim sou eu mesma. Não temas, ó filha! Consola-te! As tuas orações foram ouvidas pelo meu Divino Filho e, graças à minha intercessão, já te estão preparando os eterno tesouros do céu".

Mandou que se ajoelhasse para receber a sua mensagem. E diz: "Tenho conseguido afastar do povo cristão os merecidos e iminentes castigos da Divina Justiça, e venho anunciar a paz". 

Nossa Senhora pede ao povo que volte a fazer penitência, jejue nas sextas-feiras e vá orar na Igreja no sábado à tarde em agradecimento pelos castigos afastados e pede que lhe seja erguida uma capela. Como sinal da origem divina da aparição e das graças que ali seriam dispensadas, ao lado de onde estavam seus pés, brota uma fonte de água límpida e abundante, existente até os dias de hoje e nela muitos doente recuperam a saúde.

Joaneta, leva ao povo e aos governantes o recado da Virgem Maria para solicitar-lhes os acordos de paz. Apresenta-se ao Marcos Secco, senhor de Caravaggio, ao Duque Felipi Maria Visconti, senhor de Milão, ao imperador do Oriente, de Constantinopla, João Paleólogo, no sentido de unir a igreja dos gregos com o Papa de Roma. Os efeitos da mensagem de paz logo apareceram. A paz aconteceu na Pátria e na Igreja.

Joaneta, após cumprir sua missão de levar a mensagem de Maria ao povo, aos estados em guerra e à igreja católica, os historiadores pouco ou nada falam. Ela desapareceu no anonimato.

Conteúdo publicado em Comece o Dia Feliz. http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=maria&id=159#ixzz3bwgqPwk9 
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Nossa Senhora do Sábado

21/05/15 Nossa Senhora do Sábado

No cristianismo a menção do Sábado Santo nos remete logo à estreita ligação entre Maria e o Mistério Pascal. Naquele dia, Maria recolheu em si toda a fé da Igreja, só Ela conservou a fé na ressurreição do Filho de Deus. Nessa reflexão, a Igreja Católica do oriente e do ocidente afirmou o Sábado como o "dia da Virgem Maria".


Uma especial devoção a Nossa Senhora com o título "do Sábado Santo" cresceu entre os fiéis de Corropolis, a partir do século XV. A cidade surgiu bem antes, sobre as ruínas de um povoado pré-histórico, em uma colina próxima ao Mar Adriático, na Itália central. Nela está o Santuário mariano mais antigo da região de Abruzzo. Trata-se da igreja paroquial de Santa Inês, padroeira da cidade, onde se venera a imagem milagrosa da citada devoção. 

A obra é uma escultura em madeira de 1300, representa a Mãe Imaculada de braços abertos, com uma expressão de intensa dor estampada no rosto. Segundo os registros alguns pescadores a encontraram no rio Tronto e a entregaram aos padres celestinos que ocupavam o mosteiro beneditino de Santa Maria, em Maculano, Corropoli. Logo a imagem ganhou o título de Nossa Senhora do Sábado Santo, por participar sempre nos ritos da semana santa da Páscoa. 

A tradição atribui à sua poderosa ajuda celestial, a cidade ter escapado do flagelo da peste, que assolou a região no início do século XVII e na metade do século XIX. A devoção ganhou forte impulso no século XX. Os olhos da sagrada imagem de Nossa Senhora do Sábado se moveram diante do povo. O prodígio ocorreu duas vezes, em 1914 e 1939, e foi a previsão da Mãe dos horrores de cada uma das guerras mundiais. A imagem milagrosa recebeu a coroação canônica, em 21 de maio de 1942, data de sua festa anual. 

Existe também a devoção à Nossa Senhora do Sábado, padroeira de Minervino Murge, uma cidadezinha fascinante de Puglia, no sul da Itália. A imagem representa a Virgem sentada estreitando o Menino Jesus junto à si, com a mão direita enquanto com a esquerda segura o pèzinho. O quadro, de pintor anônimo do século XIV, foi localizado na parede de uma gruta escavada na rocha encontrada depois de três séculos. 

Apesar da data ser ignorada, a tradição confirmou um certo sábado, quinze dias após a Páscoa, o que originou o título da devoção. Nesse sábado, durante uma caçada, o príncipe Pignateli, barão da cidade, notou seu cão penetrar numa fenda de rocha. A seguir ouviu os latidos, mas o animal permaneceu no local. A pesar do difícil acesso decidiu ir verificar. Assim descobriu a antiga gruta com a preciosa imagem da Virgem. 

A capela dedicada à Nossa Senhora do Sábado foi erguida no século XVII, sob o patrocínio do príncipe Márcio Pignateli, irmão do Papa Inocêncio XII. A construção foi feita em duas partes: a inferior, que é a gruta onde está a imagem mariana; e a superior, o templo maior para acomodar os peregrinos e fiéis. A festa anual da padroeira ocorre sempre no sábado, quinze dias após o domingo da Páscoa de Cristo.

Conteúdo publicado em Comece o Dia Feliz. http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=maria&id=151#ixzz3bwg1rou8 
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